sábado, 16 de fevereiro de 2013

My pride - Capítulo 1

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My Pride...- A escola

A foto acima não saiu tão legal e caprichada...pois o photoscape está uma budega. Mas vem aí o primeiro capítulo da fic! Beijos!!



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Senti o sol forte e quente bater em meu rosto...Droga! Era para meu pai abrir a janela? Levantei-me com dificuldade, lembrando da noite maravilhosa de ontem. Calma, ontem, na madrugada, eu ganhei um cachorrinho filhote ainda de meu pai. Não era meu aniversário ainda, eu mesma nem entendi, mas amei o cachorro. Ainda estou na escolha de um nome. Sorri, e fui tomar um banho para não chegar atrasada na escola, sabe como é né? Primeiro dia de aula é fogo. Saí do banho, fui até a bagunça onde eu chamo de guarda-roupa e pus minha mão esquerda dentro do mesmo para caçar uma peça de roupa. Peguei a primeira que minha mão tocou e joguei-na à cama. Me troquei, peguei minha verdadeira amiga, Rita, digamos que é uma mochila, mas eu escondo alguns segredos ai dentro;
Desci e meu pai estava com óculos escuro lendo jornal com cigarro na mão.
-Virou roqueiro foi? -digo e me sentei, pondo uma alça da minha bolsa no braço da cadeira.
-Virei, vou começar a ouvir rock igual a você. -virou mais uma aba do jornal.
-Mas pai, eu gosto de pop e não rock, se bem que eu curto um pouco, e meu visual não é roqueiro. -eu disse o encarando.
-Mas parece, ué. Está bem, quer que eu te leve para a escola? -disse pondo o jornal na mesa e em fim, olhando para mim.
-Para uma garota pobre que cansa as pernas de tanto andar, sim! Quero carona...-eu disse pondo o último pedaço de pão na boca.
-Vou pegar a chave do carro lá em cima e desço já. - saiu dali.

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Ai isso cansa. OQUE? Ficar ouvindo Samba. Para uma boa moça Brasileira tem que ser funkeira ou sambista. Eu tenho ódio disso sabe porque? Eles não respeitam a mim lá naquele colégio, eles me julgam por gostar de estudar e ouvir pop, sempre pop. Poxa gente, minha vida sempre foi Pop-Star. Só não me aparento ser tão Pop-Star. Argh, chega, meu pai não abaixa o som.

-CHEGA PAI, POXA. -cliquei no mudo.
-Porque abaixou? - estacionou o carro.
-Porque chegamos na escola e o povo vai me zoar, beijos. -abri a porta, mas antes de qualquer coisa, meu pai segurou minha mão.- O que?
-Está com vergonha?
-Tchau pai! -me soltei e atravessei a rua com um pouco de dificuldade, pois estava passando muitos carros e os mesmos não paravam e, meu pai me fez passar vergonha, buzinando o bendito carro. Fiquei na minha e entrei para buscar o papel, onde ali fica meus horários. Não pense que a escola do Brasil é como a escola americana, inglesa...porque é bem diferente, e quando eu digo diferente, é porque é diferente.
-Fernanda?
-Ai minha santa Maria, você? -disse vindo até mim e me abraçou. Corrigindo, disse vindo pulando em mim. - Ai me ame mais. -rimos. - Cadê a Carolne?
-Ainda não chegou...olhe teu cabelo...espere, o que aconteceu? Seu rosto quase não é o mesmo de antes...seu cabelo era mais cacheado! O que aconteceu? -disse preocupada, não queria me lembrar daquilo.
-Quando eu tiver coragem te conto! -ela assentiu.
-OOOI MINHA PEQUENA. -alguém com uma voz meio familiar e feminina pulou em mim...sim, é a louca da Ana Caroline, que eu insisto em chamar de Carolne.
-Pequena! Falou a duende.
-Ok! Não precisem jogar na cara que eu sou baixinha. Eai...-diminuiu o tom da voz- melhorou?
- Confesso que ainda sinto dores na cabeça devido á cirurgia, mas melhorei um pouco sim. -falei no mesmo tom que Ana, para Fer não escutar, não quero deixa-la preocupada.
-Seu pai sabe disso?
-Sabe!
-Mas você mudou muito, você sabe né?
-Sim...

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É...primeiro capítulo é uma budega mesmo, mas vai, está bom? ok! Não né? Eu vou usar o polyvore e mais algumas redes sociais de roupas. Bju Bju!!
Twitter: @bratdirectionbj sigo todos de volta

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